BEM-ESTAR
O bem-estar é uma área de estudo que tem crescido muito ultimamente, abrangendo estudos que têm utilizado as mais diversas nomeações, tais como: felicidade, satisfação, estado de espírito e afeto positivo. De forma ampla, pode-se dizer que o tema foca como as pessoas avaliam suas vidas (DIENER, 1996). Mais especificamente, este construto diz respeito a como e por que as pessoas experienciam suas vidas positivamente. Também é considerada a avaliação subjetiva da qualidade de vida.

Definir bem-estar é difícil, uma vez que pode ser influenciado por variáveis tais como idade, gênero, nível sócio-econômico e cultural. Muito amplamente, aponta-se que uma pessoa com elevado sentimento de bem-estar apresenta satisfação com a vida, a presença freqüente de afeto positivo, e a relativa ausência de afeto negativo. Os processos de adaptação ou habituação em condições contínuas e a forma como lidamos com as situações estressantes são apresentados como componentes centrais nas modernas teorias de bem-estar subjetivo.

Neste sentido, é correto afirmar que a prática regular de exercícios físicos prazerosos contribui também para uma avaliação positiva da vida na medida em que: amplia o horizonte de conhecimento de si mesmo, de suas capacidades e limitações; proporciona sensações prazerosas devido também à alta liberação de hormônios responsáveis por tais percepções; permite experimentar o desenvolvimento das capacidades físicas, das ações habilidosas e da consciência corporal (de si mesmo); faz sentir-se capaz de alcançar grandes objetivos e enfrentar desafios; e contribui para o aumento da autonomia e da auto-suficiência nas atividades da vida diária.

Dessa forma, a prática regular de exercícios físicos prazerosos faz com que nos sintamos mais fortes, mais leves, mais resistentes, mais flexíveis, mais saudáveis, mais felizes e por assim dizer: mais VIVOS.